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Conhaque

um conto da Pornografika [insta: @por.no.gra.fi.ka]

Pela primeira vez saía com um cara com o dobro da minha idade.

Aqueles olhares maduros, às vezes um tanto sisudos, notados por trás de uns óculos de grau sempre me excitaram loucamente. Dessa vez não foi diferente.

Nos conhecemos num café da Paulista, num fim de tarde qualquer. O avistei como quem desacredita de um presente foda que ganhou. Algo naquele homem me despertava um tesão que até então não tinha experimentado. Fiquei vidrada por longos segundos e notei que ele – perdido em si mesmo enquanto passava os dedos pela borda do seu copo- ao me avistar levantou o olhar, sério, mas muito, muito fulgás.

Sem expressar mais nenhuma reação, de longe percorreu meu corpo com o olhar e parou em meus peitos. Sem tirar os olhos, simplesmente levantou e seguiu em minha direção, trazendo junto seu copo. Percebendo que o tesão era reciproco, logo se aproximou, molhou o dedo naquela bebida quente e o passou em meus lábios…Desceu com a mão até meu queixo e me aproximou de seu rosto. Pude sentir o cheiro e o calor na minha boca. Respirou fundo, se virou e foi embora.

Fui atrás.

Parei em sua frente, peguei suas mãos, as coloquei em meu pescoço, fazendo-as descer até que pudesse sentir meus peitos por dentro do sutiã. Trouxe sua outra mão até minha nuca, para que pudesse sentir o quanto eu estava arrepiada, pirada de tanto tesão. Ele tirou a mão dos meus peitos e, sem tirar a outra de minha nuca, me conduziu ao seu lado.

Caminhamos em silêncio até uma sala em penumbra, com apenas um tapete no chão e alguns poucos móveis antigos. Num destes móveis preparou uma bebida onde mergulhou os dedos e começou a passá-los pela minha cara e pelos meus peitos. Grudou sua mão em meus cabelos e começou a me beijar, me pressionando contra a parede. Juntei meus peitos nas mãos e os coloquei dentro da boca dele, enlouquecida de tesão e usando meu pé para puxar seu corpo ainda mais em direção ao meu.

Abri sua calça e a fiz descer com o pé. Também com o pé acariciei seu pau e suas bolas. Os suores começavam a escorrer e a temperatura aumentava junto com a vontade. Virei de costas para a parede e senti um ar quente e alcoolico pelas minhas costas. Empinei minha bunda em direção ao pau dele e puxei uma de suas mãos para mim. Ele então começou a massagear meu clitóris com o dedo banhado naquela bebida quente enquanto eu passava seu pau pelas minhas coxas, antes mesmo de ter tido a oportunidade de vê-lo. Fui sentindo aquele cacete crescer no vão das minhas pernas, que estavam bambas de tanto tesão.

Bruscamente trouxe aquele pau delicioso até minha buceta e enfiei fundo dentro de mim. Prendi as mãos dele contra a parede e pressionei seu pau dentro de mim, segurando forte sua bunda com um dos pés. Quanto mais eu empinava minha bunda, mais próximo do meu ponto G ele chegava, me fazendo delirar. Ele me masturbava com três dos seus dedos quentes, embedidos em fervor e malícia, quando me virou de frente, para que eu pudesse vê-lo e, olhando nos meus olhos, me levantou e me encaixou fundo dentro dele.

Deitamos no chão, já metendo muito forte enquanto ele lambia com vontade todo meu corpo. Prestes a gozar, virei de quatro e, com um joelho no chão e a outra perna bem aberta, levei sua boca até minha boceta encharcada. Ele me chupava com sua língua ardente de uma maneira única. Gozei um dos gozos mais fortes e duradouros da minha vida.

E quanto mais eu gozava, mais ele me chupava e mais me fazia gozar.

Não soube seu nome; tampouco ele o meu. Não trocamos uma só palavra. Mas naquela tarde ao tomar um gole saideiro de sua bebida pensei que homens que bebem conhaque e o destilam sexo a dentro sabem bem o que fazem!

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